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Nova esperança: medicamento Danyelza chega em Cascavel para tratamento da pequena Yasmin

Em 5 de julho de 2024 às 12:08 | Saúde

Após muita espera, a pequena Yasmin, que sofre de neuroblastoma, um tipo raro de câncer que se desenvolve em células do sistema nervoso, e atinge, principalmente, crianças de até 10 anos, finalmente vai iniciar o tratamento.

Na tarde desta quinta-feira (04), cinco frascos do medicamento Danyelza, um dos remédios mais caros do mundo, foram entregues pela Secretaria de Estado da Saúde no Hospital do Câncer de Cascavel (Uopeccan)

Segundo a diretora de Serviços de Saúde da Uopeccan, Gladys Mari Rodrigues, o planejamento terapêutico já está montado. A previsão é de que ela possa tomar a primeira medicação na próxima quarta-feira (10).

A chegada da tão esperada medicação foi um alívio para amigos e familiares que acompanharam toda a angústia pela espera.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a alegria e a emoção de mãe e filha receberem a notícia de que a remédio havia chegado. 

Daniele, mãe de Yasmin, agradeceu a todos que se mobilizaram para ajudar a filha.

Yasmin precisa completar cinco ciclos com a medicação Danyelza. As outras unidades para a continuação do tratamento serão entregues mensalmente no hospital.

A família Yasmin viveu momentos de angústia no mês passado. Eles foram vítimas de um golpe de mais de R$2,4 milhões. 

A família entrou na justiça para ver direito ao medicamento Danyelza que não é disponibilizado pelo (SUS) Sistema Único de Saúde, mas o dinheiro foi desviado e desde então a menina aguarda a medicação.

A decisão da judicial definiu que o advogado da família de Yasmin apresentasse pelo menos três orçamentos de empresas importadoras do medicamento, para que uma fosse escolhida.

Uma empresa de Santa Catarina foi selecionada porque ofereceu o menor valor. O dinheiro foi depositado diretamente na conta da escolhida.

Segundo a Polícia Civil, a empresa vencedora contratou uma importadora do Rio Grande do Sul para auxiliar no transporte da medicação.

O prazo para a entrega dos medicamentos era de 30 dias, mas a família recebeu apenas uma parte dos remédios genéricos que não tinham nem o selo da Anvisa, nem o lacre de segurança.

Em nota a procuradoria Geral do Estado disse que solicitou na justiça o bloqueio das contas bancárias e devolução do dinheiro por parte da empresa envolvida no desvio e na hipótese de descumprimento determinação da prisão dos sócios por uso irregular de dinheiro público e iminente risco à saúde da paciente. A Polícia Civil continua investigando o caso.

 



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